terça-feira, 19 de maio de 2009

A menina que roubava livros


É de certeza, um dos melhores, se não o melhor, livro que já li!
Na minha opinião é um livro bastante interessante... bom para quem gosta de uma boa leitura...
Emocionante desde o princípio ao fim, na minha humilde opinião.
É dos tais livros amado por muitos e odiado por tantos!

Cá ficam alguns excertos deste Maravilhoso livro:
“Pode alguém roubar a felicidade? Ou será que ela é apenas mais um infernal truque interno dos humanos?”
“Toda a minha vida tive medo de homens velando sobre mim.
Suponho que o primeiro homem a velar sobre mim foi o meu pai
Mas ele sumiu antes que eu pudesse recordá-lo”.

“Muitos anos depois precisei me esconder .
Procurei não dormir porque tinha medo de quem estaria lá quando acordasse.
Mas tive sorte. Era sempre meu amigo.”

O caminho percorrido por Liesel Meminger é contado por uma narradora mórbida, surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adoptá-los por dinheiro. O garoto morre no trajecto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler.
Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adoptivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade.
A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa deste duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto - e raro - de crítica e público.

Podem ler aqui no blog da Miss Slim.

5 comentários:

tonsdeazul disse...

Li-o o ano passado e foi sem dúvida o livro que mais me tocou! E o engraçado é que sempre estive reticente em relação ao livro.

Paper Kites disse...

Li o livro ano passado, sem dúvida é o livro mais incrívil que eu já peguei...

Maluxa disse...

Olá :)))
As passagens que deixaste...chamaram-me a atenção...vou procurá-lo na Bibliot...
Vou passar mais vezes por aqui :)

Beijinhux
Maluxa :)

Miguel Batista disse...

Ui, já tinha lido o resumo e com mais este fiquei já com vontade de o agarrar...

Bom Post...Primeiro vai ser o "Vendedor de Sonhos" que também é muito interessante

;)

Miss Audrey disse...

Adorei!