quinta-feira, 26 de agosto de 2010

O pacto


Os Harte e os Gold vivem lado a lado há dezoito anos, partilhando tudo, desde a comida chinesa e a varicela, até à boleia dos filhos para a escola. Pais e filhos são os melhores amigos por isso o namoro entre Chris e Emily no liceu não foi nenhuma surpresa. São almas gémeas desde que nasceram.
Quando recebem o telefonema do hospital, ninguém está preparadao para a chocante verdade: Emily, de apenas dezassete anos, morreu com um tiro na cabeça, aparentemente resultado de um pacto suicida. Chris diz à polícia que a bala que resta na arma lhe era destinada, mas uma detective local tem dúvidas.
Num único momento aterrador, os Harte e os Gold enfrentam o maior medo de um pai: será que conhecemos verdadeiramente os nossos filhos?

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terça-feira, 17 de agosto de 2010

A Villa


Sophia é a herdeira do negócio de vinhos da próspera família Giambelli. Sob ordens da sua avó, ela tem de aprender todas as etapas da produção de vinho. O seu tutor, Tyler MacMillan, é um jovem atraente com uma grande paixão pelas vinhas, mas apenas desprezo pelo mundo dos negócios.
À partida, esta promete ser uma parceria difícil, mas quando a reputação dos vinhos Giambelli começa a ser misteriosamente atacada, a díficil relação torna-se num inesperado romance.
Infelizmente alguém ambiciona destruir mais do que o negócio de vinhos. Mas só quando o pai de Sophia é morto e os membros da família se tornam suspeitos, é que a verdadeira dimensão da ameaça é revelada.
Será que a própria família Giambelli está em risco? E o que pode um frágil amor perante tamanha teia de manipulação?
O talento de Nora Roberts melhora com a idade - tal como o bom vinho - e poderá ser devidamente apreciado nesta história de amor e intriga, sobre a luta de uma família para encontrar a paz.

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domingo, 8 de agosto de 2010

Um grito de amor desde o centro do mundo

Acabei de ler mais um livro e este para mim foi uma agradável surpresa, pois nunca tinha lido nenhum livro de um autor japonês.
Confesso que quando o comecei a ler não achei nada de especial, mas a certo ponto a narrativa prendeu-me até ao final.

Fala de uma história de amor pura e inocente, entre dois adolescentes e do processo de luto quando um deles morre vítima de leucemia.
Uma comovente história de amor que apaixonou milhões de leitores em todo o mundo.
Sakutarô e Aki conhecem-se na escola de uma pequena cidade japonesa.
Ele é um adolescente engenhoso e sarcástico. Ela é inteligente, bonita e popular.
Tornam-se amigos inseparáveis até que, um dia, Sakutarô começa a ver Aki com outros olhos.
A amizade cúmplice transforma-se numa paixão arrebatadora.
Juntos vivem uma história capaz de transformar os sentidos e apagar as fronteiras entre a vida e a morte.
"Um grito de amor desde o centro do mundo" é o romance japonês mais lido de todos os tempos. Inspirou uma versão cinematográfica, uma série televisiva e foi adaptado a mangá (histórias em quadradinhos feitas no Japão).

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domingo, 1 de agosto de 2010

A Casa dos Espíritos


Não sou muito apologista de ler o mesmo livro duas vezes (embora haja livros que já os tenha lido de segunda e até de terceira vez), mas esta obra de Isabel Allende foi um destes casos.
Há alguns anos atrás vi o filme "A Casa dos Espíritos", com a magnífica interpretação de Jeremy Irons e Meryl Streep e gostei bastante de o ver. Após ver o filme li o livro e nessa altura achei-o uma seca.
Agora, bastantes anos mais tarde, resolvi pegar outra vez nesta obra e, talvez seja por já estar mais "madura", adorei a obra.

Clássico indiscutível da literatura contemporânea, este romance relata a turbolenta história de uma poderosa família de latifundiários, os Trueba, ao longo de quase cem anos. A dura realidade da terra e o mundo espiritual e mágico entrelaçam-se através de diferentes gerações do romance, forjado à volta do forte carácter do patriarca, Esteban Trueba, e da sensibilidade de Clara, capaz de tocar o mundo dos espíritos com a sua mente.
Envolvidos numas dramáticas relações familiares, as personagens encarnam as tensões sociais e espirituais da sua época até configurar uma espécie de parábola sobre o destino colectivo da América Latina.

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quinta-feira, 29 de julho de 2010

As velas ardem até ao fim


"Um pequeno castelo de caça na Hungria, onde outrora se celebravam elegantes saraus e cujos salões decorados ao estilo francês se enchiam da música de Choupin, mudou radicalmente de aspecto. O esplendor de então já não existe, tudo anuncia o final de uma época. Dois homens, amigos inseparáveis na juventude, sentam-se a jantar depois de quarenta anos sem se verem. Um passou muito tempo no Extremo Oriente, o outro, ao contrário, permaneceu na sua propriedade. Mas ambos viveram à espera deste momento, pois entre eles interpõe-se um segredo de uma força singular."

Há duas críticas que, a meu ver, dizem tudo sobre este livro:
Uma, assinada por Reseña, que assegura tratar-se de "Uma obra incomparável"; e outra, de Inês Pedrosa, que afima "Um portentoso tratado sobre a Amizade em forma de romance, uma obra-prima".
Antes de comprar este livro estive com ele no mínimo umas 5 vezes na mão; depois pousava-o e voltava a pegar nele. Estava na dúvida se devia pagar os 13.30€ por ele ou esperar que o "Shantaram" voltasse a baixar de preço. Felizmente o meu instinto disse-me para comprar este livro. Sem dúvida o livro mais bem escrito que já li até hoje, e uma das histórias mais envolventes e emotivas. É mesmo um romance sobre a amizade incondicional, com uma escrita tão íntima que chega ao coração do leitor.
Não tenho nada de mau a apontar a esta obra, apenas mais uma nota bastante positiva: a tradução de Mária Magdolna Demeter para a língua portuguesa.

Podem ler aqui no blog do Hugo.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Desfigurada


Retrata a história da vida real de uma menina nascida na Arábia Saudita e, que à força e segundo as leis da sociedade do Islão foi literalmente obrigada a se tornar mulher. Lutou contra tudo o que lhe era imposto mas mesmo assim não conseguiu de todo fugir das obrigações de um primeiro casamento negociado, festejado com toda a tradição e riqueza que se impunha e duramente vivido até à altura em que é repudiada pelo marido a devolvida aos pais. Para se ocupar e minimizar a dor da vergonha, decide estudar, com uma filha nos braços e o grande apoio da mãe.

O curso de Radiologia não lhe despertava interesse, mas o convívio com outras alunas e o incontornável desejo de tornar a sociedade do seu país receptiva à aceitação da mulher com algum nivel de emancipação, de deixar de ser vista como uma sombra do pai ou do marido, de ser considerada nula em qualquer função excepto a de esposa e mãe, levou-a a conseguir obter algum êxito. Até que, pela mão de um vizinho e amigo chega a repórter de televisão onde se torna numa estrela na apresentação de um programa popular.

Novo casamento, um marido doentiamente ciumento, e cenas de violência extrema desabam em cima dela. Completamente proíbida de comunicar com alguém, fechada em casa e da profissão que abraçara afastada, certo dia é violentamente espancada e abandonada à porta de um hospital. Ficara desfigurada e a obra de reconstituição da sua face fora longa e dolorosa, mas Rania encheu-se de força e coragem, a sua imagem correu o mundo e auxiliada por pessoas importantes dessa mesma sociedade e outras noutros países, leva para a frente uma dura e longa batalha pela defesa dos direitos das mulheres.

É um excelente livro autobiográfico, dotado de muita coragem e inteligência, com uma mensagem estrondosamente importante e uma grande porta que se abre à alteração das leis fundamentalistas dos países islâmicos.

Não vou deixar aqui nenhum trecho, julgo que este resumo remete bem para o tema em questão e recomendo a leitura deste livro.

Aproveito para deixar aqui uma nota extra. À medida que ia avançando na leitura, vinha-me à ideia tudo o que tenho lido pelos nossos jornais. De há já muito tempo para cá, só se lêem desgraças, maridos que matam mulheres, namorados que matam namoradas e vice versa... violência extrema a que não estávamos habituados na nossa sociedade e, agora parece ser o mais comum... é assunto todos os dias... estas situações estão a tornar-se desmesuradamente constantes e para mim, tal como certamente para todos vós que me lêem, é chocante, monstruoso!

Deixo aqui algumas questões:
- Porquê?

- O que se passa com a nossa sociedade?

- Deixou de existir amor pelo próximo? Ou será o amor próprio que está em decadência?

- Será excesso de notícia que acaba por se transformar em publicidade com preço a pagar por quem não merece?

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sábado, 10 de julho de 2010

Artista de circo


Há mais de um ano que eu tinha este livro em casa e ainda não o tinha lido (o que faz isto é ter um monte de livros em fila de espera na estante... eh eh eh). Comprei-o por um bom preço numa feira do livro em Lagos (creio que me custou 5€) e finalmente decidi-me a tirá-lo da estante e levá-lo para a praia.
O livro é uma compilação de histórias publicadas pela autora no Jornal de Notícias.
São histórias leves, fáceis de ler e há sempre uma ou outra com a qual nos identificamos a 100%.

"Nunca vi um homem dividir o que fosse com uma mulher, se calhar tive azar, se o meu pai não tivesse desaparecido no rasto branco de um avião do outro lado do mar, talvez a vida me tivesse preparado de outra forma, mas quando à noite a minha mãe me lia os contos de Grimm que acabavam sempre da mesma forma, eu apertava os dedos uns contra os outros e apetecia-me rasgar o livro por me mentir tanto."

Uma trapezista, uma rapariga à espera, um cego, uma executiva, um poeta, uma menina rica, um estudante de Biologia, um fotógrafo, uma avó dedicada, uma mãe que tem uma caravana, uma hospedeira, um comandante, um condutor de eléctricos, uma quiromante, um rapaz tímido, uma actriz, um amigo para toda a vida, um actor que nunca sabe qual é o papel dele, uma irmã com asma, uma mãe, uma avó doida por bolos, um avô austero e um filho adorável, são algumas das personagens que povoam as histórias orgulhosamente publicadas nas últimas páginas de domingo no Jornal de Notícias entre 2000 e 2002.
Uma viagem alucinante ao mundo do imaginário onde cada um de nós acaba por se encontrar mesmo que não queira.

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terça-feira, 6 de julho de 2010

Não há famílias perfeitas

É o segundo livro que leio da Psicóloga Clínica, Marta Gautier. Uma sucessão de crónicas de episódios relatados por mães e pais que lidam dificilmente com a realidade de formar e fazer crescer as suas famílias. Mulheres, com as mais variadas vidas profissionais, donas de casa, esposas e mães dos dias de hoje, que por falta de adptação, cansaço, tempo escasso se vêm num terrível drama com a missão de cumprir na perfeição todos os objectivos, onde o epicentro deveria ser a família.
O excelente prefácio de Marcelo Rebelo de Sousa, sobre o que é ser Mulher e Mãe foi o que mais me encantou neste livro. Não sei se já o disse aqui, mas julgo que sim, sou uma Super Admiradora deste Homem, da sua cultura, do seu modo de estar na vida, das suas ideias, do seu caracter, do seu humor... Um verdadeiro Professor!

"Juro ter os meus filhos penteados, limpos, bem vestidos, unhas cortadas, vacinas a tempo. Juro brincar com eles, ser uma mãe divertida, não andar em cima deles, ter vida própria. Juro garantir que aprendem e fazem os trabalhos de casa. Juro esclarecer dúvidas, nunca ir buscá-los depois das seis, dar recados na escola...

(...)

Juro não gritar, não lhes bater, não perder a cabeça, ir a sítios giros, estar atenta ás companhias...

(...)

Juro ter a casa arrumada, a cheirar a limpo, aquecida, moderna, com design, velas de cheiro, centro de mesa, plantas...

(...)

Juro ser sexy, gira, estar sempre gira, ter um rabo brasileiro, fazer sexo, comprar algemas. juro ser companheira do meu marido, ser jovem para o meu marido...

(...)

Juro ser feliz, ter graça, inovar, sair com amigos, ler, ser culta, esperta, rápida, solidária, bem-disposta, optimista, interessante.

Juro solenemente."

Ao lerem este livro, dão-se conta de que de facto não Há Famílias Perfeitas! Não há famílias normais! A perfeição e a normalidade nas famílias é tão só uma utopia, pois cada caso é um caso, cada vida é uma vida e cada família é uma família.

A autora remete-se à ausência de dicas ou quaisquer tipo de lições, provavelmente isso faria com que as famílias deixassem cada vez mais de ser o que são e, se tentassem reger por padrões, conceitos e regras impostas ao invés de por elas e em união ultrapassarem os mitos e as realidades das suas vidas.

Gostei de ler, revi-me nalgumas passagens em tempos que já lá vão. Não necessitei de qualquer orientação por parte de um profissional daquilo que tão complexo parece ser a psicologia, tornei-me sim, numa psicóloga de família! E como todos os dias aprendemos algo de novo, também aprendi com os relatos que li!

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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Porquê a mim?

Este livro que acabei de ler relata a história chocante de um ex-aluno da Casa Pia que foi vítima de abusos sexuais.
Quanto ao tema "Casa Pia" já nem vale a pena falar, toda a gente sabe o que é (ou foi) pois a notícia já está mais que gasta nos meios de comunicação social.
O que me cumpre dizer sobre este assunto? Acho que no processo "Casa Pia" há pessoas inocentes que estarão a ser acusados, bem como pessoas culpadas que ficarão para sempre impunes.
Esperemos que se faça justiça... mas uma coisa é certa: os traumas físicos e psicológicos que as vítimas sofreram, não há qualquer espécie de justiça que os possa apagar.
"Pela primeira vez na minha vida. Estou a ver a lua aos quadradinhos. É mesmo como nos filmes. Sentado no parapeito da janela. Olho para o céu e penso em como tudo podia ter sido tão diferente. Só me apetece chorar. Estou a aguentar as lágrimas desde esta manhã."

Assim se inicia o relato deste ex-aluno da Casa Pia de Lisboa. Abandonado pela família aos 11 anos, Bernardo é entregue aos cuidados desta instituição. "Não te preocupes", dizem-lhe, "nunca te vão fazer mal".
Os primeiros tempos são difíceis. Louro, franzino e sensível, o rapaz é gozado pelos colegas mais velhos. Isola-se, não confia em ninguém, só no diário que escreve à noite às escondidas.
Até que faz um amigo mais velho, o motorista. Caetano dá-lhe boleias, presentes e carinho. Promete ser o pai que Bernardo nunca teve. Mas pede algo terrível em troca.
Seguem-se tempos de dor, de vergonha e de solidão que por pouco não acabam da pior maneira.

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quarta-feira, 23 de junho de 2010

O Profeta


Este livro foi-me dado a conhecer pela minha filha. Durante as aulas de Língua Portuguesa do 2º período, a professora de vez em quando lia uns excertos do livro para os alunos ouvirem e a míuda ficou encantada de tal forma, que me recomendou que comprasse o livro.
Li e adorei... é um livro lindo, que aborda uma infinidade de temas e que deve ser lido devagar, de modo a ser inteiramente "saboreado".
Como acho que as coisas boas devem ser partilhadas, neste momento já não tenho o livro comigo, ofereci-o a alguém por quem nutro um grande sentimento de amizade e que sei que gosta deste tipo de leitura. Há pessoas que passam pela nossa vida e deixam tatuada a marca da amizade e que mesmo estando longe são sempre lembradas.
Deixo-vos uns excertos do livro sobre o tema "Amizade", um valor muito esquecido nos dias de hoje. Uma coisa vos digo: um bom amigo não tem preço e, ao contrário do que muita gente apregoa, é insubstituível.

"O vosso amigo são os vossos desejos cumpridos. É o vosso campo que semeais com amor e colheis com gratidão. É a vossa mesa servida e o vosso átrio".
"Quando o vosso amigo vos diz o que pensa, não o receeis do vosso espírito nem o retenhais. E quando estiver silencioso, não deixe o vosso coração de escutar o seu coração."
"Quando vos separardes do vosso amigo, não vos entristeçais, porque aquilo que de melhor amais nele pode tornar-se mais claro na sua ausência..."
"E que o melhor que haja em vós seja para o vosso amigo."
"Pois para que serve o amigo se o procurais apenas para matar o tempo? Procurai-o sempre para as horas vivas."
"E que na doçura da amizade residam a alegria e a partilha dos prazeres. Pois no orvalho das coisas pequenas o coração encontra a sua manhã e se reanima."

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quinta-feira, 17 de junho de 2010

Um homem com sorte

Nicholas Sparks, consagrado internacionalmente como um dos maiores autores de ficção americana, excelente romancista e por mim muito apreciado, merece hoje aqui destaque com o ultimo livro que li dele.
"Um Homem com Sorte"
Deixo-vos aqui um breve resumo e recomendo muito este livro!

“Durante a maior parte da sua vida, Logan Thibault foi um homem que em tudo se podia considerar comum. Porém, nada de comum havia naquilo que estava prestes a acontecer-lhe. Quando encontra uma fotografia de uma mulher durante a guerra do Iraque, Logan Thibault passa, inexplicavelmente, a ser um homem com a sorte do seu lado, que sobrevive, sem ferimentos graves, a situações de indescritível perigo. A fotografia, que nunca ninguém chegou a reclamar, começa a ser encarada como um talismã e, de regresso aos EUA, Thibault não consegue deixar de pensar na mulher que lhe salvou a vida. Decidido a encontrá-la, percorre o país à sua procura, mas, assim que a encontra, o desenrolar dos acontecimentos foge rapidamente ao seu controlo, e o segredo que transporta consigo poderá custar-lhe tudo aquilo que lhe é querido. "

Das suas obras editadas em Portugal tenho e já li tudo, e adoro! A simplicidade da linguagem, a descrição ao pormenor que nos leva quase a entrar "em cena", o estilo de romance que tem tanto a ver com o mais comum dos mortais, a sensibilidade que nos toca fundo a cada desenrolar de situação da história. Ao ler cada livro dele, sinto-me numa espécie de mundo diferente, um mundo onde existe o verdadeiro romantismo... amor, carinho, amizade. Tão depressa me escorrem as lágrimas face abaixo como quase me perco numa alegria infindável. É como viver um sonho e acreditar que basta desejar muito, que ele acontece.

Só tenho um adjectivo para o classificar como pessoa e autor, FANTÁSTICO!

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quarta-feira, 16 de junho de 2010

O braço esquerdo de Deus

Desde que este livro foi lançado, assim que li a sua sinopse e as críticas bastante favoráveis que lhe eram feitas, fiquei cheia de vontade de o ler e o ter na minha estante.
Num passeio feito há algum tempo a Olhão, a minha filha, por artes e manhas, comprou o livro sem que eu percebesse e surpreendeu-me no Dia da Mãe com esta prenda que me deixou muito feliz.
A história é envolvente e, como na sub-capa do livro diz que este volume é o primeiro de uma trilogia, só espero que os outros volumes não demorem muito a ser lançados, pois fiquei muito curiosa com a continuação da narrativa.

A sua chegada foi profetizada. Dizem que ele destruirá o mundo. Talvez o faça...

"Escutem. O Santuário dos Redentores, em Shotover Scarp, é uma mentira infame, pois lá ninguém encontra santuário e muito menos redenção."
O Santuário dos Redentores é um lugar vasto e isolado - um lugar sem alegria e esperança. A maior parte dos seus ocupantes foi levada para lá ainda em criança e submetida durante anos ao brutal regime dos Redentores, cuja crueldade e violência têm apenas um objectivo - servir a Única e Verdadeira Fé.
Num dos lúgubres e labirínticos corredores do Santuário, um jovem acólito ousa violar as regras e espreitar por uma janela. Terá talvez uns catorze ou quinze anos, não sabe ao certo, ninguém sabe, e há muito que esqueceu o seu nome verdadeiro - agora chamam-lhe Cale.
É um rapaz estranho e reservado, engenhoso e fascinante. Está tão habituado à crueldade que parece imune a ela, até ao dia em que abre a porta errada na altura errada e testemunha um acto tão terrível que a única solução possível é a fuga.
Mas os Redentores querem Cale a qualquer preço... não por causa do segredo que ele sabe mas por outro que ele nem sequer desconfia.

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domingo, 13 de junho de 2010

O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá

Poderia acontecer um amor assim? De um gato por uma andorinha?
Jorge Amado escreveu esta história de amor para o seu filho João Jorge, em 1948, quando este completou um ano de idade. A história perdeu-se, e só foi editada em 1978, depois do seu filho a ter recuperado e ter levado a Carybé para a ilustrar.

Foi-me oferecido já eu era adulta, li com um sorriso no rosto e com lágrimas nos olhos. As histórias de amor podem doer, muitas vezes doem. Nada é perfeito, nem o amor nem as histórias de amor! Mas nada na vida é impossível, e o amor rompe muitas vezes a barreira do improvável e do impossível. Esta história de amor não é um conto de fadas e isso é que a torna ainda mais significativa. Fiquem a saber que pode mesmo morrer-se de amor!

Muitos sabem do meu amor aos animais, muitos sabem o sofrimento que se leva na alma quando eles estão doentes ou partem da nossa companhia. Este livro dedico-o ao Matias, gato que também é malhado, o meu companheiro de todos os dias, por me fazer sorrir, por me mostrar todos os dias que a saúde é mais importante que tudo o resto, e que os animais podem ser muito melhores que as pessoas, até nas histórias de amor conseguem ser mais fiéis. E isto não é amargura, é amor incondicional :)

Começa assim:

"O mundo só vai prestar
Para nele se viver
No dia em que a gente ver
Um gato maltês casar
Com uma alegre andorinha
Saindo os dois a voar
O noivo e sua noivinha
Dom gato e dona Andorinha."

Não vou contar a história de amor, seria um crime fazê-lo. Merece ser lida, é um livro pequeno, barato e, sem as ilustrações de Carybé, não tem metade da graça :) Se puderem, leiam e saboreiem esta história de amor.
Da primeira vez que o li, sublinhei algumas frases que deixo aqui:

"Obrigada a acordar cedíssimo para apagar as estrelas que a Noite acende com medo do escuro. A Noite é uma apavorada, tem horror às trevas."

"No ramo de uma árvore a Andorinha Sinhá fitava o Gato Malhado e sorria-lhe. Somente ela não havia fugido. (...) Em torno era a Primavera, sonho de um poeta."

"Ela ria para todos, com todos se dando, não amava nenhum."

"É que o amor está no coração das criaturas, adormecido, e um dia qualquer ele desperta, com a chegada da Primavera ou mesmo no rigor do Inverno."

" (...) temos olhos de ver e olhos de não ver, depende do estado do coração de cada um."

"É sempre rápido o tempo da felicidade. O Tempo é um ser difícil. Quando queremos que ele se prolongue, seja demorado e lento, ele foge às pressas, nem se sente o correr das horas. Quando queremos que ele voe mais depressa que o pensamento, porque sofremos, porque vivemos um tempo mau, ele escoa moroso, longo é o desfilar das horas."

"A poesia não está somente nos versos, por vezes ela está no coração, e é tamanha, a ponto de não caber nas palavras."

Jorge Amado, O gato Malhado e a Andorinha Sinhá - uma história de amor.

Podem ler aqui no blog dos Só Possuídos.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Porto Seguro

Acabei de ler mais um livro de uma das minhas autoras favoritas: Danielle Steel. E como sempre deixei-me encantar pela narrativa da primeira à última página. Não é à toa que esta é uma das melhores escritoras do mundo.
Com graciosidade e compaixão, Danielle Steel explora os frágeis laços entre mães e filhas, maridos e mulheres, membros da família e amigos de longa data. Este romance envolvente e apaixonante conduz-nos, pela complexa paisagem da perda, às bençãos que nascem das tragédias mais tenebrosas. Simultaneamente uma história de triunfo e uma elegia comovente dos que sofrem e sobrevivem.
De todos os romances da autora este é talvez o mais forte e o que mais enaltece a vida.
E como diz um grande amigo meu: o amor pode acontecer em qualquer idade ou em qualquer fase da vida, e pode surgir de onde e de quem menos se espera.


Num dia de Verão varrido pelo vento, uma figura feminina solitária caminha pelo areal de uma praia de São Francisco com um cão a seu lado. Com onze anos, a curta vida de Pip Mackenzie já foi tocada pela tragédia. Nove meses antes, um acidente terrível mergulhou a mãe numa dor inconsolável.
Porém, naquela tarde fria de Junho, Pip conhece alguém que enche de cor e luz o seu mundo triste e cinzento, o artista Matt Bowles. Pip recorda a este homem a sua própria filha, que um divórcio amargo levou para o outro lado do mundo.
Na companhia da mãe, Ophélie, a jovem passa o Verão na praia, sózinha, a olhar para as águas cintilantes e as nuvens que correm. Matt Bowles oferece-se para lhe ensinar desenho, e não pode deixar de reparar na sua bela e solitária mãe.
A princípio, Ophélie sente-se incomodada com o novo companheiro da filha, porém rapidamente se apercebe da alegria que ele traz às suas vidas, apesar da tristeza que se lhe vê nos olhos.
À medida que o novo amigo exerce a sua magia subtil, mãe e filha reencontram o prazer do riso e redescobrem um pouco do prazer de viver que haviam perdido.
Porém, o destino desfere mais um golpe: inesperadamente Matt tem que enfrentar uma questão inacabada do seu passado e, dias depois, Ophélie é ferida por uma espantosa traição por parte de alguém em quem confia.
Quando estes dois acontecimentos reverberam em dois corações já feridos, algo de extraordinário acontece, e das trevas que os têm ensombrado a ambos, surge uma inesperada esperança.

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quarta-feira, 28 de abril de 2010

Abrindo Caminhos



Não sei como está o tempo pela vossa zona, mas por cá o calor já aperta, o que me tem proporcionado umas belas tardes de praia.

E tardes de praia são sempre significado de tardes de leitura (eu bem vos dizia que nestas férias ia dar um empurrão às dezenas de livros que tenho na estante para ler), pois uma das coisas que mais gosto no mundo é estar deitada na areia, com um bom livro por companhia e o som do mar como música de fundo.
Um grande amigo falou-me deste livro e fiquei curiosa... curiosa de tal maneira que o encomendei no dia seguinte e passados dois dias já o tinha em casa. É um livro muito interessante, com parábolas que nos fazem reflectir sobre as decisões e rumos da nossa vida. Tem um preço bastante acessível (6,90€) e é uma boa sugestão de oferta para o Dia da Mãe que vem a caminho.
Consultem o site das Paulinas e vejam como encomendar o livro. Aqui fica mais uma sugestão da minha parte para a Academia dos Livros.


Jesus foi o pregador dos caminhos.
Ele aproveitava a natureza e os factos do dia-a-dia para anunciar a Boa-Nova.
Usava a pedagogia das parábolas, falando dos lírios do campo, das aves do céu, dos trigais e dos rebanhos, e de muitos outros factos do quotidiano.
Em Abrindo Caminhos, os autores usam histórias do povo como um meio de proclamar os valores do Reino, hoje, e tentam mostrar-nos as mensagens positivas existentes em acontecimentos rotineiros; isto significa ler os factos de cada dia, tendo sempre como horizonte a Boa-Nova vivida e anunciada por Jesus.

Notas sobre os autores:

Itamar Vian foi educador na Província dos Frades Capuchinhos do Rio Grande do Sul - Brasil, durante quinze anos. Nomeado bispo pelo papa João Paulo II, a 11 de Janeiro de 1994, em 28 de Maio de 195, assumiu a diocese de Feira de Santana, onde foi nomeado arcebispo. É membro permanente da CNBB e autor e co-autor de diversas obras.

Aldo Colombo é formado em Filosofia, Teologia e Jornalismo. Exerceu a função de director do Correio Riograndense e colaborou na Rádio Difusora de Porto Alegre. Foi provincial da Província Capuchinha por três anos, e coordenou o CERNE - Centro de Renovação Espiritual - da Conferência dos Religiosos do Brasil. É autor de diversas obras.

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terça-feira, 27 de abril de 2010

A Paixão de Cristo

Tal como vos tinha dito, voltaria aqui durante as férias para sugerir algum livro que tivesse lido e é o que venho hoje fazer.
Para quem, como eu, é cristão, e acredita verdadeiramente em Deus, o facto de Jesus ter morrido numa cruz, é a maior prova de amor que a Humanidade poderia alguma vez ter tido.
Numa época em que é cada vez mais difícil acreditar nos outros, pois as pessoas cada vez nos desiludem mais, passemos a acreditar mais em Deus do que nos homens. Depois de ler este livro ninguém ficará indiferente à mensagem que Deus nos quer transmitir.
Mais uma sugestão que deixo para a Academia dos Livros.


Em Jesus Cristo, Deus enviou à humanidade o melhor dom que o Céu tinha para responder aos nossos problemas existenciais e ontológicos. A vinda de Jesus a esta Terra é a Boa Nova de Deus aos homens. É a certeza de que não estamos sós, perdidos neste imenso Universo. Há uma solução vinda do exterior que é a que nos tem sido anunciada ao longo dos séculos pelos profetas de Deus. Os capítulos deste livro apresentam-nos um Deus que nos criou, nos ama profundamente e que, por isso, na pessoa do Seu Filho, Jesus Cristo, vem ao encontro da humanidade - individual e colectivamente - para lhe garantir uma existência eterna.


Notas sobre a autora: Ellen Gold White nasceu a 26 de Novembro de 1827. Foi uma religiosa, missionária e escritora americana. Ellen White foi uma das mais importantes líderes do movimento adventista, e actuou na definição das doutrinas fundamentais do grupo. A Igreja Adventista do Sétimo Dia considera sua obra inspirada por Deus e tem-na como profetisa e principal líder.


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terça-feira, 20 de abril de 2010

Lili la Tigresse

Perdi a conta aos meses que este livro "dormiu" sobre a minha mesa de cabeceira, as vezes que o meti dentro da pasta de trabalho e o levei comigo para aproveitar momentos de espera, as viagens de carro para algures mais longe daqui, os passeios do quarto para a sala e vice versa... Conseguia ler quatro ou cinco páginas, fechava-o para o voltar a abrir dias depois. Tentava-me a abri-lo a cada noite, ao deitar, mas o efeito do bendito Xanax XR impedia-me de seguir a leitura. O sono chegava veloz e vigoroso e o pobre livro acabava por cair... abandonado no tapete, ao lado da cama...

- Cenourita Maria... tu que sempre, toda a vida e mais seis meses, devoraste livros como petiscos que te enchem a alma... e desde o aparecimento daquela maldita doença da panela, não consegues pegar na leitura e levá-la até ao desfecho da história ao longo de um período razoável??? - em coro, todos os livros que esperam na prateleira da estante, ansiosa e pacientemente, pelo seu momento de glória...

Até que, chegou o dia em peguei nele, retirei-lhe o marcador, recomecei a leitura desde a primeira página e o devorei... que nem uma leoa faminta de alimento com substância!



"Tiro a tampa do frasco de cristal e deito o conteúdo dentro da banheira, que se vai enchendo devagar. Através da transparência da água, o roxo escuro dos sais cristalinos torna-se lilás pálido. Os elementos decompõe-se e recompõem-se de novo. Tranparência e cor. Fluxo e extase.

(...)

Aprisiono a barriga e os seios num soutien e numas cuecas pretas, enfio os braços nas mangas de um vestido de veludo cujo colorido roxo escuro se anima sob a luz, estico-o nos joelhos e no traseiro, viro-me para cá e para lá em frente do espelho e subitamente fico cheia de satisfação - algo na forma como o vestido cai sobre o corpo, esconde o seu defeito e torna-o protegido, forte e até agressivo. Que atrai a atenção e inspira respeito.

(...)

Os segredos de Ninush são segredos meus. O meu compromisso para com ela e os seus segredos é absoluto. Tal e qual como naquele voo em que nos conhecemos, o meu anfitrião e eu não temos agora o menor problema em encontrar assuntos de conversa e sobrevoá-los, encantados de nos escutarmos um ao outro, de vermos o nosso próprio reflexo nos olhos do outro.

(...)

O tigre vira-se para ir atrás delas, mas de repente percebe, pára, crava os olhos de limão transparentes nas visitas e não se mexe. O lugar dele é aqui. Esta é a sua casa. Coitada da Micaela, coitados de todos os amantes, sejam eles quais forem! A barriga do desejo nunca se saciará, mas que definida e terrível se torna a fome com a aparição do objecto que a desperta.

*

O tigre é um animal em vias de extinção.

*

(...)

Não há passado nem futuro, esperança ou medo. A viagem que temos diante de nós é longa e não é certo que algum dia cheguemos ao nosso destino."

( ...)

A leitura flui com o encanto da escrita de Alona Kimhi e a história mágica que o livro encerra. Um romance excêntrico, louco, inquietante, divertido, delirante...

Adorei e Recomendo!

Podem ler aqui no blog da Cenourita.

domingo, 18 de abril de 2010

A filha da minha melhor amiga


É o título do livro que acabei de ler e que já está arrumado na estante.
ADOREI!! O livro fascinou-me da 1ª à última página sem nunca me desiludir.
Uma combinação de amizade, amor, traição e compaixão.

A forte amizade entre Matika e Adele é abalada por uma traição... Um homem no meio de duas amigas que acaba por as separar na vida. No entanto, há valores que falam mais alto e as duas amigas reencontram-se anos mais tarde....
Adele está prestes a morrer e precisa de pedir um enorme favor a Matika... que esta adopte a sua filha.

Mais não vos vou contar porque é uma história tão bonita e que nos faz pensar em como, por vezes, perdemos as melhores coisas da vida e deixamos sempre para o dia seguinte algo que gostaríamos que o outro soubesse, sem nos apercebermos que o dia seguinte pode não chegar...

Podem ler aqui no blog da Cláudia.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Nómada

Finalmente consegui acabar de ler o livro que tinha inciado há mais de um mês... o facto de o ter levado tanto tempo a ler não foi por o livro não ser interessante, nada disso! É que tenho andado cansada e com a cabeça cheia e quando chega à noite sou vencida pelo sono e não consigo pôr a leitura em dia.Mas ontem finalmente consegui... é um livro com um enredo bastante interessante. Não é muito o género de literatura que eu aprecie, é um tanto ou quanto fantasioso, mas a história, embora no início seja um pouco maçadora, passados os primeiros capítulos consegue prender a nossa atenção.


Melanie Stryder recusa-se a desaparecer.
O nosso mundo foi invadido por um inimigo invisível. Os Humanos estão a ser transformados em hospedeiros destes invasores, com as suas mentes expurgadas, enquanto o corpo permanece igual e a vida prossegue sem qualquer mudança aparente. A maior parte da Humanidade não consegue resistir.
Quando Melanie, um dos poucos Humanos "indomáveis", é capturada, ela tem a certeza de que chegou o fim. Nómada, a Alma invasora a quem o corpo de Melanie é entregue, foi avisada sobre o desafio de viver no interior de um humano: emoções avassaladoras, excesso de sentidos, recordações demasiado presentes.
Mas existe uma dificuldade com que Nómada não conta: o anterior dono do corpo combate a posse da sua mente.
Nómada, esquadrinha os pensamentos de Melanie, na esperança de descobrir o paradeiro da resistência humana. Melanie inunda-lhe a mente com visões do homem por quem está apaixonada - Jared, um sobrevivente humano que vive na clandestinidade.
Incapaz de se libertar dos desejos do seu corpo, Nómada começa a sentir-se atraída pelo homem que tem por missão delatar.
No momento em que um inimigo comum transforma Nómada e Melanie em aliadas involuntárias, as duas lançam-se numa busca perigosa e desconhecida do homem que amam.
Podem ler aqui no blog da Risonha.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

O Físico

Mais um livrinho directo para a academia literária um livro espectacular que já li há algum tempo, mas que não era meu, agora aproveitei os livrinhos a 1 euro das revistas Sábado e Visão para o comprar e ficar com ele, porque eu para além de gostar de lêr gosto também de ter os livros nas prateleiras, mas não me interessa o tipo de encadernação, porque não os quero para ficar bonito, mas porque gosto de livros!!

Este é de um autor Americano Noah Gordon, jornalista de profissão, mas que se dedicou á escrita em 1965 e a fama obteve com este Fisico em 1988.
O fisico faz parte de uma triologia da qual fazem parte também Xaman e A Doutora Cole, que por certo ainda não li, porque estou á espera que saia também a 1 euro ;-).

Para abrir um pouco o apetite para esta Saga, vamos fazer uma viagem com Rob pela idade média, pela religião, crenças, amores e desventuras.

"No Século XI, Rob Cole abandona com apenas onze anos a pobre e donte Londres para vaguear pela inglaterra.
Durante suas deambulações, fazendo malabarismos e vendendo curas para doentes, vai descobrindo a dimensão mística da sanação. E é através dessa peregrinação que descobre seu verdadeiro dom, que o levará a converter-se em médico num mundo violento, cheio de superstições e preconceitos.
Tão forte é o seu sonho que decide empreender uma insólita viagem á Persia, onde estudará na prestigiada escola de Avicena.
Aí dar-se-á uma transformação que modificará para sempre a sua vida e o seu destino...."

Simplesmente imperdível.



Podem ler aqui no blog da Alcina.