Mostrar mensagens com a etiqueta Risonha. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Risonha. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Porto Seguro

Acabei de ler mais um livro de uma das minhas autoras favoritas: Danielle Steel. E como sempre deixei-me encantar pela narrativa da primeira à última página. Não é à toa que esta é uma das melhores escritoras do mundo.
Com graciosidade e compaixão, Danielle Steel explora os frágeis laços entre mães e filhas, maridos e mulheres, membros da família e amigos de longa data. Este romance envolvente e apaixonante conduz-nos, pela complexa paisagem da perda, às bençãos que nascem das tragédias mais tenebrosas. Simultaneamente uma história de triunfo e uma elegia comovente dos que sofrem e sobrevivem.
De todos os romances da autora este é talvez o mais forte e o que mais enaltece a vida.
E como diz um grande amigo meu: o amor pode acontecer em qualquer idade ou em qualquer fase da vida, e pode surgir de onde e de quem menos se espera.


Num dia de Verão varrido pelo vento, uma figura feminina solitária caminha pelo areal de uma praia de São Francisco com um cão a seu lado. Com onze anos, a curta vida de Pip Mackenzie já foi tocada pela tragédia. Nove meses antes, um acidente terrível mergulhou a mãe numa dor inconsolável.
Porém, naquela tarde fria de Junho, Pip conhece alguém que enche de cor e luz o seu mundo triste e cinzento, o artista Matt Bowles. Pip recorda a este homem a sua própria filha, que um divórcio amargo levou para o outro lado do mundo.
Na companhia da mãe, Ophélie, a jovem passa o Verão na praia, sózinha, a olhar para as águas cintilantes e as nuvens que correm. Matt Bowles oferece-se para lhe ensinar desenho, e não pode deixar de reparar na sua bela e solitária mãe.
A princípio, Ophélie sente-se incomodada com o novo companheiro da filha, porém rapidamente se apercebe da alegria que ele traz às suas vidas, apesar da tristeza que se lhe vê nos olhos.
À medida que o novo amigo exerce a sua magia subtil, mãe e filha reencontram o prazer do riso e redescobrem um pouco do prazer de viver que haviam perdido.
Porém, o destino desfere mais um golpe: inesperadamente Matt tem que enfrentar uma questão inacabada do seu passado e, dias depois, Ophélie é ferida por uma espantosa traição por parte de alguém em quem confia.
Quando estes dois acontecimentos reverberam em dois corações já feridos, algo de extraordinário acontece, e das trevas que os têm ensombrado a ambos, surge uma inesperada esperança.

Podem ler aqui no blog da Risonha.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Abrindo Caminhos



Não sei como está o tempo pela vossa zona, mas por cá o calor já aperta, o que me tem proporcionado umas belas tardes de praia.

E tardes de praia são sempre significado de tardes de leitura (eu bem vos dizia que nestas férias ia dar um empurrão às dezenas de livros que tenho na estante para ler), pois uma das coisas que mais gosto no mundo é estar deitada na areia, com um bom livro por companhia e o som do mar como música de fundo.
Um grande amigo falou-me deste livro e fiquei curiosa... curiosa de tal maneira que o encomendei no dia seguinte e passados dois dias já o tinha em casa. É um livro muito interessante, com parábolas que nos fazem reflectir sobre as decisões e rumos da nossa vida. Tem um preço bastante acessível (6,90€) e é uma boa sugestão de oferta para o Dia da Mãe que vem a caminho.
Consultem o site das Paulinas e vejam como encomendar o livro. Aqui fica mais uma sugestão da minha parte para a Academia dos Livros.


Jesus foi o pregador dos caminhos.
Ele aproveitava a natureza e os factos do dia-a-dia para anunciar a Boa-Nova.
Usava a pedagogia das parábolas, falando dos lírios do campo, das aves do céu, dos trigais e dos rebanhos, e de muitos outros factos do quotidiano.
Em Abrindo Caminhos, os autores usam histórias do povo como um meio de proclamar os valores do Reino, hoje, e tentam mostrar-nos as mensagens positivas existentes em acontecimentos rotineiros; isto significa ler os factos de cada dia, tendo sempre como horizonte a Boa-Nova vivida e anunciada por Jesus.

Notas sobre os autores:

Itamar Vian foi educador na Província dos Frades Capuchinhos do Rio Grande do Sul - Brasil, durante quinze anos. Nomeado bispo pelo papa João Paulo II, a 11 de Janeiro de 1994, em 28 de Maio de 195, assumiu a diocese de Feira de Santana, onde foi nomeado arcebispo. É membro permanente da CNBB e autor e co-autor de diversas obras.

Aldo Colombo é formado em Filosofia, Teologia e Jornalismo. Exerceu a função de director do Correio Riograndense e colaborou na Rádio Difusora de Porto Alegre. Foi provincial da Província Capuchinha por três anos, e coordenou o CERNE - Centro de Renovação Espiritual - da Conferência dos Religiosos do Brasil. É autor de diversas obras.

Podem ler
aqui, no blog da Risonha.

terça-feira, 27 de abril de 2010

A Paixão de Cristo

Tal como vos tinha dito, voltaria aqui durante as férias para sugerir algum livro que tivesse lido e é o que venho hoje fazer.
Para quem, como eu, é cristão, e acredita verdadeiramente em Deus, o facto de Jesus ter morrido numa cruz, é a maior prova de amor que a Humanidade poderia alguma vez ter tido.
Numa época em que é cada vez mais difícil acreditar nos outros, pois as pessoas cada vez nos desiludem mais, passemos a acreditar mais em Deus do que nos homens. Depois de ler este livro ninguém ficará indiferente à mensagem que Deus nos quer transmitir.
Mais uma sugestão que deixo para a Academia dos Livros.


Em Jesus Cristo, Deus enviou à humanidade o melhor dom que o Céu tinha para responder aos nossos problemas existenciais e ontológicos. A vinda de Jesus a esta Terra é a Boa Nova de Deus aos homens. É a certeza de que não estamos sós, perdidos neste imenso Universo. Há uma solução vinda do exterior que é a que nos tem sido anunciada ao longo dos séculos pelos profetas de Deus. Os capítulos deste livro apresentam-nos um Deus que nos criou, nos ama profundamente e que, por isso, na pessoa do Seu Filho, Jesus Cristo, vem ao encontro da humanidade - individual e colectivamente - para lhe garantir uma existência eterna.


Notas sobre a autora: Ellen Gold White nasceu a 26 de Novembro de 1827. Foi uma religiosa, missionária e escritora americana. Ellen White foi uma das mais importantes líderes do movimento adventista, e actuou na definição das doutrinas fundamentais do grupo. A Igreja Adventista do Sétimo Dia considera sua obra inspirada por Deus e tem-na como profetisa e principal líder.


Podem ler aqui no blog da Risonha.


sexta-feira, 16 de abril de 2010

Nómada

Finalmente consegui acabar de ler o livro que tinha inciado há mais de um mês... o facto de o ter levado tanto tempo a ler não foi por o livro não ser interessante, nada disso! É que tenho andado cansada e com a cabeça cheia e quando chega à noite sou vencida pelo sono e não consigo pôr a leitura em dia.Mas ontem finalmente consegui... é um livro com um enredo bastante interessante. Não é muito o género de literatura que eu aprecie, é um tanto ou quanto fantasioso, mas a história, embora no início seja um pouco maçadora, passados os primeiros capítulos consegue prender a nossa atenção.


Melanie Stryder recusa-se a desaparecer.
O nosso mundo foi invadido por um inimigo invisível. Os Humanos estão a ser transformados em hospedeiros destes invasores, com as suas mentes expurgadas, enquanto o corpo permanece igual e a vida prossegue sem qualquer mudança aparente. A maior parte da Humanidade não consegue resistir.
Quando Melanie, um dos poucos Humanos "indomáveis", é capturada, ela tem a certeza de que chegou o fim. Nómada, a Alma invasora a quem o corpo de Melanie é entregue, foi avisada sobre o desafio de viver no interior de um humano: emoções avassaladoras, excesso de sentidos, recordações demasiado presentes.
Mas existe uma dificuldade com que Nómada não conta: o anterior dono do corpo combate a posse da sua mente.
Nómada, esquadrinha os pensamentos de Melanie, na esperança de descobrir o paradeiro da resistência humana. Melanie inunda-lhe a mente com visões do homem por quem está apaixonada - Jared, um sobrevivente humano que vive na clandestinidade.
Incapaz de se libertar dos desejos do seu corpo, Nómada começa a sentir-se atraída pelo homem que tem por missão delatar.
No momento em que um inimigo comum transforma Nómada e Melanie em aliadas involuntárias, as duas lançam-se numa busca perigosa e desconhecida do homem que amam.
Podem ler aqui no blog da Risonha.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

A Irmandade do Santo Sudário

Aqui está mais um livro acabadinho de ler e uma óptima sugestão de leitura para estes dias frios, em que apetece mesmo ficar no quentinho das nossas casas, enroscadinhas no sofá, com uma chávena de chá quente e um bom livro por companhia.
Penso que a maioria das pessoas, sendo católicas ou não, já deve ter ouvido falar no Santo Sudário (também chamado de Sudário de Turim), mas nesta página da Wikipédia podem encontrar algumas informações preciosas.
Este livro aborda várias épocas históricas e todo o percurso que o Santo Sudário fez até aos dias de hoje.
Uma história envolvente que adorei ler... mais uma sugestão para a Academia dos Livros.

Um incêndio na catedral de Turim, onde se venera o Santo Sudário, e a resultante morte de um homem ao qual tinham cortado a língua são os detonantes de uma trepidante investigação policial do Departamento de Arte, capitaneado pelo detective Marco Valoni.
Juntamente com a perspicaz e atractiva historiadora Sofia Galloni e com uma jornalista ávida de respostas, o grupo de Valoni deverá resolver um enigma que começa com os templários e chega até à actualidade.
Uma trama que tem como nexo de união uma elite de homens de negócios, cultos, refinados e muito poderosos. Os investigadores não fraquejarão no seu empenho de demonstrar que os acontecimentos da catedral estão relacionados com o Santo Sudário e com as vicissitudes que viveu ao longo da história, desde Jesus Cristo até ao antigo império bizantino, à Turquia, à França de Felipe o Formoso, à Espanha, a Portugal e à Escócia.

Com a história e a imaginação como ponto de partida, este romance consegue surpreender o leitor em cada página e deixá-lo sem fôlego, abrindo-lhe as portas a uma fascinante viagem pelo passado, pelo presente e pelas insuspeitáveis relações entre ambos.

Podem ler aqui no blog da Risonha.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Para a minha irmã

Mais uma obra lida e arrumada na estante. Este livro tinha sido oferta de aniversário dos meus colegas, juntamente com outro da mesma autora, que ainda está por ler.
A história de que fala fascinava-me, por isso antes mesmo de ler o livro vi o filme.
Uma vez mais gostei muito mais da versão escrita do que da versão cinematográfica... ao ler o livro conseguimos absorver muitos mais pormenores do que vendo o filme.
Fiquei foi deveras surpreendida com o desfecho - o final do livro não tem nada a ver (mas nada mesmo!!!) com o final do filme, consegue ser muito mais bonito.
Por isso, mesmo que já tenham visto a história no cinema, aconselho vivamente a que leiam o livro - aqui fica mais um contributo da minha parte para a Academia dos Livros.

Anna não está doente, mas bem poderia estar. Aos treze anos de idade já passou por várias operações, transfusões e injecções para ajudar a irmã, Kate, que sofre de leucemia.
Anna nasceu com esta finalidade, disseram-lhe os pais, e é por isso que eles a amam ainda mais.
Mas agora ela não pode deixar de se questionar sobre como seria a vida dela se não estivesse presa à irmã... e toma uma decisão que, para a maioria das pessoas da sua idade, seria quase impensável.

Em Para a Minha Irmã, a autora evoca com vivacidade o desafio, físico e psicológico, que uma criança desesperadamente doente representa no seio de uma família. "As batalhas políticas e científicas actuais sobre clonagem e DNA, e genes e terapias de substituição levaram-me a pensar acerca de coisas que o futuro pode reservar a nível pessoal - e daí nasceu a história de Anna e Kate. Se usasse um dos seus filhos para salvar o outro, estaria a ser uma boa mãe... ou uma péssima mãe?".

Podem ler aqui no blog da Risonha.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

O símbolo perdido

Acabei de ler o mais recente livro de Dan Brown e só tenho uma coisa a dizer: FAN-TÁS-TI-CO!!!
Não é à toa que este senhor é um dos grandes escritores da actualidade. Já li O Codigo DaVinci, Anjos e Demónios, A Conspiração e Fortaleza Digital, por isso não podia perder de maneira nenhuma este último lançamento.
O livro é Dan Brown no seu melhor, que nos prende da primeira à última página e, quando menos esperamos, somos surpreendidos por uma reviravolta na história.
Só lendo... aproveitem, pois acho que neste momento o livro já baixou um pouco de preço.

Aquilo que se perdeu será encontrado...

Washington D.C.: Robert Langdon, simbologista de Harvard, é convidado à última hora para dar uma palestra no Capitólio. Contudo, pouco depois da sua chegada, é descoberto no centro da Rotunda um estranho objecto com cinco símbolos bizarros.
Robert Langdon reconhece-o: trata-se de um convite ancestral para um mundo perdido de saberes esotéricos e ocultos.
Quando Peter Solomon, eminente maçon e filantropo, é brutalmente raptado, Langdon compreende que só poderá salvar o seu mentor se aceitar o misterioso apelo.
Langdon vê-se rapidamente arrastado para aquilo que se encontra por detrás das fachadas da cidade mais poderosa da América: câmaras ocultas, templos e túneis. Tudo o que lhe era familiar se transforma num mundo sombrio e clandestino, habilmente escondido, onde segredos e revelações da Maçonaria o conduzem a uma única verdade, impossível e inconcebível.

Trama de histórias veladas, símbolos secretos e códigos enigmáticos, tecida com brilhantismo, O Símbolo Perdido é um thriller inesperado e arrebatador que nos surpreende a cada página.

O segredo mais extraordinário e chocante é aquele que se esconde diante dos nossos olhos...

Podem ler aqui no blog da Risonha.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Amanhecer

Acabei, acabei... acabei finalmente de ler a saga "Luz e Escuridão" de Stephenie Meyer, que teve início no "Crepúsculo", passou pela "Lua Nova", seguiu para o "Eclipse" e terminou neste "Amanhecer".
Dos quatro livros este último foi, sem dúvida, o que mais me fascinou. Gostei do desenvolvimento da história e acho que o "remate" da saga foi muito bem conseguido.
Por isso aqui fica mais um contributo da minha parte para a Academia dos Livros.
Já agora só uma opinião minha: já vi os dois filmes da saga - Crepúsculo e Lua Nova - não achei nada por aí além... os livros são muito melhores.

- Não tenhas medo - murmurei. - Pertencemos um ao outro.
De repente, senti-me esmagada pela realidade das minhas próprias palavras.
O momento era tão perfeito e verdadeiro que não havia forma de o negar.
Os braços dele rodearam-me, apertando-me contra si...
Uma corrente eléctrica pareceu percorrer cada extremidade dos meus nervos.
- Para sempre - confirmou ele.

Amares aquele que te matava, deixava-te sem qualquer opção. Como poderias fugir ou lutar, se ao fazé-lo magoarias o teu amor? Se a tua vida era tudo o que tinhas para dar, como recusá-la a alguém que amavas verdadeiramente?
Para Bella Swan, o amor irrevogável por um vampiro enreda-se, de um modo fantástico e terrível, com a realidade perigosamente opressiva.
Impelida, num sentido, pela paixão intensa por Edward Cullen e, no outro, pela ligação profunda ao lobisomem Jacob Black, Bella enfrentou um ano tumultuoso de tentações, perdas e conflitos que agora a irá colocar perante um momento final e decisivo. A escolha eminente entre ingressar num mundo tenebroso, mas sedutor dos imortais, ou prosseguir uma existência inteiramente humana é o fio do qual se suspendem o destino dos dois clãs.

Agora que Bella já tomou uma decisão, uma cadeia perturbante de acontecimentos sem precedentes está prestes a desenrolar-se, antevendo efeitos potencialmente devastadores e incomensuráveis. Quando os fragmentos corroídos da sua vida, inicialmente desvendada em Crepúsculo e, depois, estilhaçada e dilacerada em Lua Nova e Eclipse parecem prestes a sarar e a unir-se num todo, poderão ser destruídos... para sempre?

Este quarto e último livro da saga é dividido em 3 livros ou "secções", sendo o primeiro narrado por Bella Swan, o segundo por Jacob Black o terceiro novamente por Bella Swan.
Segundo a autora, a capa de Amanhecer, ilustrada por uma peça rainha de xadrez, representa a reviravolta do papel de Bella durante este livro, onde ela se torna parte importante na vitória dos Cullen.

Podem ler aqui no blog da Risonha.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Eclipse

E já está... terminei de ler o 3º livro da saga "Luz e Escuridão", que teve início com "Crepúsculo" (que para mim se revelou um livro bastante interessante), "Lua Nova" (na minha opinião, até agora, o livro mais "fraquito") e agora "Eclipse" que achei fantástico.
Uma vez mais, à semelhança dos livros anteriores, a autora envolve-nos e prende-nos da primeira à última página, com uma escrita muito simples e ligeira de se ler.

"No silêncio mortífero que se gerou, todos os detalhes começaram a fazer sentido, como se tivesse sofrido um afluxo súbito de compreensão.
Alguma coisa que Edward não queria que eu soubesse.
Alguma coisa que Jacob não me teria ocultado.
Alguma coisa que fazia com que os Cullen e os lobos andassem a vigiar a floresta, movimentando-se perigosamente perto uns dos outros.
Alguma coisa que eu estava à espera há muito tempo.
Alguma coisa que sabia que ia acontecer novamente, por muito que desejasse que não acontecesse.
Isto nunca vai acabar, pois não?"

- Bella?
A voz suave de Edward surgiu por trás de mim, virei-me para o ver subir agilmente os degraus do alpendre, com o cabelo despenteado por ter andado a correr. Puxou-me imediatamente para os seus braços, como tinha feito no parque de estacionamento e beijou-me.
Aquele beijo assustou-me. Havia nele demasiada tensão, uma intensidade forte demais na maneira como os seus lábios esmagavam os meus - como se ele tivesse medo de que o tempo que tínhamos para estar juntos fosse limitado.

À medida que a cidade de Seattle é devastada por uma série de misteriosas mortes e uma vampira maliciosa continua com os seus planos de vingança, Bella encontra-se mais uma vez rodeada pelo perigo. No meio de tudo isto vê-se forçada a escolher entre o seu amor por Edward e a amizade com Jacob - sabendo que a sua decisão tem o poder de reacender a luta intemporal entre vampiros e lobisomens. Com o fim da escola a aproximar-se velozmente, Bella tem mais uma decisão para tomar: a vida ou a morte. Mas qual é qual?

Neste terceiro livro da saga há revelações importantes de 2 personagens (Rosalie e Jasper) sobre a altura e forma das suas transformações.
A capa do livro, ilustrada por uma fita vermelha partida, representa a escolha que Bella é obrigada a fazer entre Edward e Jacob e também a ideia de que pode acabar a sua vida como humana.

Podem ler aqui no blog da Risonha.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Lua Nova

"Eu sabia que ambos corríamos perigo de vida. Mesmo assim, naquele instante, senti-me bem. Completa. O coração batia aceleradamente e o sangue corria-me, quente e veloz, nas veias.
Os meus pulmões encheram-se do doce aroma que emanava da sua pele. Era como se nunca tivesse havido um buraco no meu peito.
Sentia-me óptima - não curada, mas como se nunca tivesse existido qualquer ferida."

"Senti-me como se estivesse aprisionada num daqueles pesadelos aterradores, nos quais temos que correr, correr até os pulmões rebentarem, mas não conseguimos fazer o nosso corpo deslocar-se com rapidez suficiente...
No entanto, não se tratava de sonho algum e, ao contrário do que acontecia naquele tipo de pesadelos, eu não fugia para salvar a minha vida; corria para salvar algo infinitamente mais precioso.
A minha própria vida pouca importância tinha naquele dia."

Para Bella Swan existe algo mais importante do que a própria vida: Edward Cullen. Porém, estar apaixonada por um vampiro é mais perigoso do que alguma vez ela poderia imaginar. Edward já salvou Bella das garras de um vampiro maléfico, mas agora, à medida que a sua destemida relação ameaça tudo o que se encontra por perto e todos os que lhe são queridos, eles apercebem-se de que os seus problemas podem estar apenas a começar...

Podem ler aqui no blog da Risonha.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

As irmãs

O que acontece quando quatro jovens mulheres muito diferentes se juntam para viver numa casa em Manhattan?
Com uma percepção e uma compaixão infalíveis, Danielle Steel conta-nos a história de quatro irmãs que, apesar da tragédia que se abate sobre a família, mantêm a capacidade de amar, de rir e de lutar. Misturando de forma brilhante o humor e a tristeza, a autora transmite uma mensagem poderosa sobre a fragilidade e o prodígio da vida.
Candy tem 21 anos e é uma supermodelo habituada a desfilar a sua beleza e a sua fama através de Paris, de Nova Iorque e de Tóquio.
A sua irmã, Tammy, de 29 anos, trabalha como produtora do programa mais famoso e mais bem-sucedido da televisão norte-americana: tem uma casa que adora em Hollywood Hills, em Los Angeles.
A irmã mais velha, Sabrina, de 34 anos, é uma jovem e ambiciosa advogada de Nova Iorque, enquanto Annie, de 26 anos mora em Florença e vive para a sua arte.
No feriado do Quatro de Julho, encontram-se em casa dos pais, no Connecticut, para a reunião familiar anual...
Porém, antes de o feriado terminar, a tragédia abate-se sobre as suas vidas e o seu mundo transforma-se por completo: em vez de continuarem a perseguir com fervor o sucesso, reunem-se para partilharem uma casa geminada em Nova Iorque, para se apoiarem mutuamente enquanto se confrontam com o novo rumo das suas vidas.

Podem ler aqui no blog da Risonha.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Crepúsculo

Tanto se ouviu falar deste livro e do filme... e eu confesso que nunca me interessei por nenhum deles.
Tenho o filme em casa há montes de tempo, a minha filha já o viu 2 ou 3 vezes, e eu nunca tive curiosidade de espreitar uma cena sequer.
Achava eu que a história de que ouvia falar não tinha piada nenhuma - onde é que já se viu uma rapariga se apaixonar por um vampiro? Não cabe na cabeça de ninguém, certo?
Mas tanto elogiaram a obra (este fim de semana vou ver o filme, podem ter a certeza) que eu fiquei curiosa para ler.
A minha patroa teve a simpatia de me emprestar os 4 livros da saga e acabei ontem de ler o primeiro - Crepúsculo.
O que vos posso dizer? Envolvente da primeira à última página - estou ansiosa por saber a continuação da história.
Cá fica mais um contributo da minha parte para a Academia dos Livros... e podem ter a certeza que não demorarei muito a vir falar do livro seguinte.
Leiam e vão ver que ficarão tão fascinados como eu...



Nunca reflectira longamente sobre a forma como morreria - ainda que, ao longo dos meses anteriores, tivesse tido motivos de sobra para tal -,mas, mesmo que o tivesse feito, jamais teria imaginado que seria assim.
Era decerto uma boa maneira de morrer: morrer no lugar de alguém, de alguém que eu amava.
Chegava mesmo a ser nobre. Este facto deveria ter alguma importância.

Quando Isabella Swan se muda para Forks e conhece o misterioso e cativante Edward Cullen, a sua vida sofre uma viragem emocionante e aterradora.
Com pele de porcelana, olhos dourados, voz hipnotizante e dons sobrenaturais, Edward revela-se tão irresistível como impenetrável. Até ao momento, Edward conseguira esconder a sua identidade verdadeira, mas Bella está determinada em desvendar o seu segredo obscuro.
O que Bella não compreende é que, quanto mais se aproxima dele, mais perigo cria para si e para os que a rodeiam. E pode ser demasiado tarde para voltar atrás...


Podem ler aqui no blog da Risonha.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Bons sonhos, meu amor

O tempo está de loucos... ou melhor, não está... o tempo está propício à estação outonal, eu é que me custa ver o Verão ir embora, pois adoro a praia e as noites amenas.
Neste momento por aqui está a chover - nada de grande chuvada, mas aquela chuva certinha, que já dá para molhar (e eu que deixei a roupa estendida... grrrr).
Curiosamente ontem esteve um belo dia de calor: fiz praia de manhã e de tarde, a temperatura da água do mar estava magnífica e fiquei na praia mesmo até ao final da tarde.
Tanta praia só podia dar numa coisa: mais um livro lido... LOL!
Este é um daqueles livros que me faz chorar facilmente. Confesso que no princípio não lhe estava a achar muita piada, mas passados os 3 ou 4 primeiros capítulos é irresistível. Mais uma vez a autora não me desiludiu...
Aqui fica mais um contributo para a Academia dos Livros.


Só os corajosos se atrevem a amar.
Nova Kumalisi faria qualquer coisa pelo seu melhor amigo. Ela deve-lhe a vida.
Mas o verdadeiro teste à amizade de ambos surge quando ele lhe pede que dê à luz o filho dele.
Apesar de saber que corre o risco de destruir a amizade, Nova aceita.
Oito anos mais tarde, Nova está a criar o filho de Mal sózinha, porque Steph, a mulher dele, mudou de ideias, escassos meses antes de a criança nascer, arruinando a relação entre os dois amigos.
Agora, Leo, o filho de ambos, está gravemente doente.
E Nova quer que Mal o conheça antes que seja tarde demais.
Na tragédia descobrirão, finalmente, o quanto significam um para o outro.


Podem ler aqui no blog da Risonha.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Não sei nada sobre o amor




Eu não vos disse que, agora que já tenho mais tempo, era devorar livros uns atrás dos outros?
Eu avisei... e cá está mais um que foi acabado de ler no passado Domingo e que quero partilhar convosco e dar de novo o meu contributo para a Academia dos Livros.
Confesso que quando ouvi que a Júlia Pinheiro ia lançar este livro pensei "Mas agora toda a minha gente escreve livros?"
Não estava a ver a Julinha a divagar sobre o amor... mas afinal enganei-me: este livro revelou-se uma agradável surpresa, com uma forma de escrita muito ligeira e de fácil entendimento.


Quando desceu ao riacho, mantilha na cabeça e coração aos pulos, Maria da Glória não sonhava que aquele encontro fortuito com o macho da aldeia iria marcar para sempre a sua vida. Esperava sair dali com namoro anunciado e quem sabe até com casamento marcado. Saiu à pressa, com a roupa ensaguentada, as entranhas viradas e a semente de Maria da Purificação na barriga. Estava lançado o destino das mulheres desta família na qual as palavras prazer, carinho, paixão e amor permanecerão para sempre um mistério.

Júlia Pinheiro estreia-se na escrita com uma história surpreendente e apaixonante sobre quatro mulheres que nada sabem sobre o amor. Ao longo destas páginas não suspiramos de amor, não nos empolgamos com casos de paixão arrebatadora, nem choramos com casamentos felizes. Somos levados através de uma saga familiar que se inicia nos anos 30 onde os sentimentos eram um infortúnio e o prazer uma pouca-vergonha. Não Sei Nada Sobre o Amor traça o retrato de uma sociedade e de um país ao longo de quase 70 anos de História, através do olhar de Maria da Glória, a avó, Maria da Purificação, a filha divorciada, Ana Clara, a neta mãe solteira, e Benedita, a bisneta, que, apesar de todas as expectativas, não se casa com nenhum príncipe encantado.


Podem ler aqui no blog da Risonha.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Os apanhadores de conchas

Mais um livro lido e arrumado na estante. Agora que começo a ter mais tempo para ler, é devorar livros atrás de livros e ficar a ler até às tantas (o que me rende uma cara ensonada na manhã seguinte).
Não sei se já reparam mas este livro, tal como outros de que tenho falado aqui, fazem parte de uma colecção da revista "Sábado" cujo livro (comprando a revista) tem o preço adicional de 1€.
Para quem estiver interessado na próxima semana começa a ser lançada uma nova colecção de livros (um por semana às quintas-feiras) pelo preço adicional de 1,50€ cada livro.
Mas deixando de publicidade gratuita (LOL) falemos agora do livro... a melhor palavra que tenho para descrever este livro é "doce". Uma leitura muito agradável e mais um contributo para a Academia dos Livros.

Depois de ter estado às portas da morte por um enfarte, Penelope Stern, filha de um pintor de fama internacional, começa a ver a vida com outros olhos. A sua estabilidade afectiva está ligada a uma série de acontecimentos ocorridos no passado.
Conviveu com as suas sequelas dolorosamente, mas agora está disposta a recapitular...
Decide voltar à Cornualha, onde decorreu a sua juventude, e não desistirá enquanto não conseguir compreender a sua própria história bem como a dos membros da sua família. Nesse passado ocupa um importante lugar um quadro pintado pelo seu pai "Os Apanhadores de Conchas", que agora desperta o interesse dos seus filhos pelo seu valor económico...

Podem ler aqui no blog da Risonha.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Os meus 30 anos com Amália

Depois de um almoço em família, em que tivemos 12 pessoas à mesa, nada melhor do que repousar um pouco e pôr a leitura em dia.
Os momentos de repouso deram para acabar de ler este livro, que achei muito bonito, pois é uma forma de ficarmos a conhecer mais um pouco quem foi a D. Amália, a grande diva do fado do nosso país.



Este livro revela vivências e intimidades, muitas delas até agora desconhecidas do público. Siga a visita guiada que Estrela Carvas, com a colaboração jornalística de Maria Inês de Almeida, preparou para si e descubra:
Uma Amália que gostava de ter sido bailarina; uma Amália fumadora inveterada, que chegava sempre cedo aos espectáculos e bebia chá aos litros; a Amália que rezou para amar e adormecia com os filmes do Fred Astaire; a Amália que gravava discos numa ou duas noites e gostava de queijo da Beira Baixa, com cheiro intenso; a Amália que nunca tirou a carta de condução e arrancava flores dos jardins de outras casas; a Amália que detestava palavrões e queria ter tido uma roça em África.
Uma Amália muito mais próxima de si. Mais do que alguma vez imaginou.


Podem ler aqui no blog da Risonha.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

O carteiro de Pablo Neruda

E pronto.... eu quando me agarro a um livro e gosto do que estou a ler não descanso enquanto não termino. Foi o que aconteceu com este, que foi lido em 3 serões.

A vida na Ilha Negra é demasiado aborrecida para Mário, um jovem pescador que procura uma forma de subsistir sem ter que se dedicar à pesca, como a maior parte dos habitantes da ilha.
Mário decide abandonar o seu ofício para se converter no carteiro da ilha, onde só Pablo Neruda recebe correio. Mário e o poeta entabulam uma singular relação.
Mário aprende com Neruda o que é uma metáfora e pede-lhe ajuda e conselhos para conquistar a jovem Beatriz.
Entretanto, Salvador Allende ganha as eleições e as mudanças políticas sucedem-se vertiginosamente no país até acabarem por afectar gravemente a vida dos habitantes da Ilha Negra.


Notas sobre o autor:
Antonio Skarmeta nasceu em Antofagasta (Chile) em 1940. Escritor, argumentista, tradutor, director de cinema e de teatro e professor de Literatura, é um dos mais relevantes autores latino-americanos actuais.
Além de O Carteiro de Pablo Neruda (1985), obra publicada em 30 línguas e adaptada com grande êxito internacional ao cinema, destacam-se da sua produção literária os romancesSoñé que la nieve ardia, No pasó nada, La Insurrección, A Boda do Poeta, A Rapariga do Trombone e A Dança da Vitória.

Podem ler aqui no blog da Risonha.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

O Historiador

Confesso que estava difícil acabar de ler este livro, pois no princípio mostrou-se algo "secante": muita narração, poucos ou nenhuns diálogos, muita descrição... estava a ser realmente um livro muito maçador.
Mas como raramente coloco um livro de parte, não desisti e a partir do meio do livro comecei a adorar.
Quem gostar de temas "vampirescos" tem aqui uma boa opção.



Uma jovem encontra, na biblioteca do seu pai, umas velhas e enigmáticas cartas e um estranho livro praticamente em branco.
Quando pergunta ao seu pai sobre esses curiososo objectos, este conta-lhe como o livro chegou às suas mãos e como mudou a sua vida e a de todos os que o rodeavam.
E assim começa uma série de aventuras, que percorrem três continentes e dois séculos, e que tratam segredos familiares, a imprescindibilidade da História e uma conspiração que envolve uma das figuras mais notáveis da cultura ocidental: Vlad III o Empalador, conhecido desde o século XIX, graças à obra de Bram Stocker, simplesmente como Drácula.



Notas sobre a autora:
Elizabeth Kostova nasceu em New London, Connecticut, EUA, em 1964.
Licenciou-se pela Universidade de Yale e fez um Mestrado em Arte na Universidade do Michigan.
O Historiador é o seu primeiro romance. Publicado em 2005, demorou dez anos a ser escrito e recebeu em 2004 o Prémio Hopwood da Universidade do Michigan. Graças ao seu original tratamento do vampirismo num apaixonante relato apoiado numa sólida base documental, esta obra obteve um extraordinário êxito internacional, que converteu a sua autora numa das escritoras de romance de intriga mais prometedoras dos últimos tempos.


Podem ler aqui no blog da Risonha.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Nunca me esqueças

Este livro é simplesmente lindo... confesso que quando o comecei a ler e vi que a acção era passada no século XVIII achei que não iria gostar... mas enganei-me redondamente.
A história é envolvente, relata a vida de uma mulher muito corajosa, que por amor aos filhos e aos amigos consegue vencer todas as adversidades da vida.
Dei por mim muitas vezes com uma lágrima ao canto do olho ao ler o livro... talvez por andar muito sensível, pois tenho tido uma das minhas melhores amigas internada no IPO, e muitas vezes comparei a coragem da heroína do livro com a coragem da minha amiga.
Carma, para ti um beijinho muito especial... és uma lutadora e sei que vais vencer.Mas vamos ao que interessa: ao livro! Têm que lê-lo para saberem do que falo....


Num dia...
Com um gesto apenas...
A vida de Maruy mudou para sempre.
Naquele que seria o dia mais decisivo da sua vida, Mary - filha de humildes pescadores da Cornualha - traçou o seu destino ao roubar um chapéu.
O seu castigo: a forca.
A única alternativa: recomeçar tudo de novo no outro lado do mundo.
Dividida entre o sonho de começar de novo e o terror de não sobreviver a tão dura viagem, Mary ruma à Austrália, à época uma colónia de condenados. O novo continente revela-se um enorme desafio onde tudo é desconhecido... como desconhecida é a assombrosa sensação de encontrar o grande amor da sua vida. Apaixonada Mary vai bater-se pelos seus sonhos sem reservas ou hesitações. E a sua luta ficará para sempre inscrita na História.
Inspirada por uma excepcional história verídica, Lesley Pearse - a rainha do romance inglês - apresenta-nos Mary Board e, com ela, faz-nos embarcar numa montanha-russa de emoções únicas e inesquecíveis.


Podem ler aqui no blog da Risonha.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Tudo por amor

Mais um contributo da minha parte para a Academia dos Livros, da qual sou sócia praticamente desde o início...
Este é um daqueles livros que se lê de um fôlego e que nos faz pensar até onde uma mãe é capaz de ir para defender e proteger um filho.
Uma boa leitura para as tardes quentes de praia...
No seu dia-a-dia de trabalho, Nina Frost, a ambiciosa delegada adjunta do Ministério Público, acusa pedófilos e trabalha afincadamente para garantir que um sistema legal com demasiadas lacunas mantenha estes criminosos atrás das grades.
Mas quando o seu próprio filho de cinco anos, Nathaniel, fica traumatizado devido a abuso sexual, Nina e o seu marido, Caleb, um pedreiro reservado e metódico, ficam destroçados, dilacerados por um sistema legal ineficiente que Nina conhece demasiado bem.
Num piscar de olhos, as verdades absolutas e as convicções de Nina desmoronam-se e esta lança-se num plano para fazer justiça pelas próprias mãos - independentemente das consequências, qualquer que seja o sacrifício.

Podem ler aqui no blog da Risonha.